Pare de adivinhar. Comece a medir.
Quantas vezes sua marca é citada, em que perguntas, com que tom e quanto do assunto pertence ao concorrente. Linha de base, método fixo e comparação que significa alguma coisa.
Modelos monitoradosVocê mede posição no Google, custo por clique, taxa de conversão e menção nas redes. E não tem um único número sobre o canal em que seu cliente pergunta antes de decidir.
Linhas no seu relatório mensal sobre o que as IAs respondem quando perguntam do seu mercado
ProvavelmenteModelos com respostas diferentes sobre a mesma marca, cada um com suas fontes preferidas
ChatGPT, Gemini, Perplexity, Claude, Copilot, AI OverviewsÉ o que a maioria das empresas fez: alguém digitou o nome da marca uma vez, gostou ou não gostou, e a discussão parou ali
Não é medição, é impressãoDos compradores B2B consultam IA generativa em alguma etapa da pesquisa por fornecedores
Fonte: Evertune / ForresterTestar uma vez no ChatGPT não é medir. É tirar uma foto no escuro.
Quase toda empresa já fez o teste caseiro: digitou o nome, leu a resposta, tirou uma conclusão. O problema não é o teste, é tudo que ele não mostra. Estes são os seis pontos cegos mais caros.
Sem linha de base, não existe evolução
Se você não registrou como estava no mês passado, com data e método, qualquer resultado deste mês é opinião. Não dá para provar melhora nem detectar piora.
A resposta varia e você não sabe quanto
O mesmo prompt gera respostas ligeiramente diferentes a cada consulta. Sem repetição e sem método, qualquer variação normal parece uma grande mudança.
Você testa o seu nome, não a pergunta real
Seu cliente quase nunca digita a sua marca. Ele descreve o problema dele. É nessa pergunta que a disputa acontece, e é justamente a que ninguém testa.
Um modelo não representa os outros
Aparecer bem no ChatGPT não diz nada sobre o Gemini ou o Perplexity. Cada um pondera fontes de um jeito, e é comum a marca estar ótima em um e invisível em outro.
Você vê que apareceu, não por quê
Saber que a marca foi citada resolve metade. A outra metade é qual fonte sustentou a citação, porque é ela que você precisa reforçar ou corrigir.
Sem concorrente, o número não diz nada
Ser citado em 20% das respostas é bom ou ruim? Depende inteiramente de quanto o concorrente ocupa. Número isolado não sustenta decisão nenhuma.
A diferença entre uma impressão e um número que se defende.
Medição só vale se for repetível. Definimos uma bateria fixa de perguntas com você, rodamos sempre igual nos mesmos modelos e registramos tudo com data. Só assim a comparação entre janeiro e junho significa alguma coisa.
Foto, sem filme
Prompt diferente a cada vez, um modelo só, sem registro e sem concorrente na conta. Serve para assustar a diretoria, não para tomar decisão.
Série histórica
Bateria fixa, repetição controlada, seis modelos, concorrentes no mesmo gráfico e tudo registrado com data. Dá para provar evolução e detectar queda cedo.
Taxa de citação
Em que percentual das perguntas da sua bateria a marca aparece. É o indicador mais simples e o único que faz sentido acompanhar desde o primeiro mês.
Share of voice
Quanto da conversa do seu mercado pertence a você e quanto ao concorrente. É o número que transforma taxa de citação em contexto competitivo.
Sentimento da menção
Ser citado não basta: importa se a IA descreve sua marca como referência, como opção cara, como alternativa ou com ressalva.
Posição dentro da resposta
Aparecer em primeiro numa lista de três não é a mesma coisa que aparecer em último numa lista de oito. A ordem influencia a decisão de quem lê.
Fontes que sustentam a citação
Quais sites o modelo usou para falar de você. É o dado mais acionável do relatório inteiro, porque mostra exatamente onde reforçar ou corrigir.
Cobertura por modelo
O mesmo conjunto de indicadores aberto por ChatGPT, Gemini, Perplexity, Claude, Copilot e AI Overviews, porque a ação necessária muda conforme quem ignora você.
Quatro camadas entre a coleta bruta e um número confiável.
Coletar resposta de IA em volume é a parte fácil. O trabalho está em desenhar a bateria certa, controlar a variação, ler o que foi coletado e comparar com quem disputa o mesmo espaço.
Bateria de prompts
Construída com você a partir das perguntas que o seu comprador realmente faz, não de palavra-chave de SEO. É a decisão mais importante do projeto inteiro.
- Perguntas de categoria, comparação, objeção e marca
- Cobertura das etapas que antecedem a compra
- Bateria congelada depois de aprovada, para permitir comparação
Coleta controlada
Cada pergunta é feita várias vezes, em sessões limpas, nos seis modelos. Repetição é o que separa variação normal de mudança real.
- Múltiplas execuções por prompt e por modelo
- Sessões sem histórico, para reduzir personalização
- Registro de resposta, data, modelo e fontes citadas
Classificação e leitura
Cada menção é classificada por tom, posição e contexto. Automação faz o grosso, gente confere o que a automação erra, e ela erra bastante em português.
- Tom, posição na resposta e tipo de menção
- Revisão humana das classificações duvidosas
- Identificação das fontes por trás de cada citação
Benchmark competitivo
Os mesmos indicadores aplicados aos concorrentes que você indicar, no mesmo período e com o mesmo método. Sem isso, o seu número não tem escala.
- Share of voice comparado, mês a mês
- Em que tipo de pergunta cada um domina
- Fontes que sustentam a citação dos concorrentes
Do primeiro prompt ao relatório que muda decisão.
Ciclo definido, repetido todo mês do mesmo jeito. O que muda é o resultado, nunca o método, senão a comparação perde o sentido.
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1
Definição da bateria
Sessão de trabalho para desenhar as perguntas: como seu cliente descreve o problema, que comparações ele faz, que objeções levanta. Você aprova antes de congelarmos.
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2
Linha de base
Primeira coleta completa, com registro de tudo. É contra esse ponto que todos os meses seguintes vão ser comparados, então ela é feita com cuidado extra.
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3
Coleta recorrente
A mesma bateria roda no ciclo combinado, com múltiplas execuções por prompt e por modelo, sempre em sessões sem histórico.
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4
Classificação e conferência
Tom, posição, contexto e fontes de cada menção. O que a automação classifica com baixa confiança passa por leitura humana antes de virar número.
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5
Relatório e painel
Indicadores comparados com a linha de base e com os concorrentes, mais os exemplos concretos: as respostas que mais mudaram, para bem e para mal.
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6
Leitura conjunta
Uma conversa para interpretar o que os números querem dizer e apontar o que fazer a respeito. Relatório sem leitura vira anexo de e-mail que ninguém abre.
Escopo completo de monitoramento em IA
Todo mês, no mesmo formato, com histórico acumulado. E os dados brutos disponíveis, porque medição que você não consegue auditar não serve para decisão importante.
Bateria de prompts sob medida
Conjunto de perguntas construído para o seu mercado e aprovado por você, cobrindo categoria, comparação, objeção e marca.
Linha de base documentada
O retrato inicial completo, com data, modelo e resposta registrados. É o ponto de comparação para todo o resto do trabalho.
Taxa de citação por modelo
Em quantas perguntas sua marca aparece, aberto por ChatGPT, Gemini, Perplexity, Claude, Copilot e AI Overviews.
Share of voice competitivo
Sua fatia da conversa contra a dos concorrentes que você indicar, medida com o mesmo método e no mesmo período.
Análise de sentimento
Como a IA descreve sua marca em cada contexto, com os trechos que sustentam cada classificação, não só o rótulo.
Mapa de fontes citadas
Quais sites sustentam a menção da sua marca e a dos concorrentes. É o dado que transforma relatório em plano de ação.
Alertas de mudança
Aviso quando um indicador relevante se move fora do normal, com o registro do antes e do depois lado a lado.
Painel de acompanhamento
Visão consolidada dos indicadores com histórico acumulado, pronta para levar à reunião de resultado sem precisar remontar nada.
Relatório mensal comentado
Não só os gráficos: a leitura do que mudou, por que provavelmente mudou e o que isso sugere fazer no mês seguinte.
Dados brutos exportáveis
Todas as respostas coletadas, com data, modelo e prompt, em formato aberto. Você pode auditar, cruzar com seus dados ou levar para outro fornecedor.
Série histórica
O histórico acumula desde a linha de base. Quanto mais tempo o monitoramento roda, mais valioso ele fica, e o dado antigo nunca é descartado.
Sessão de leitura
Conversa periódica para interpretar os números junto com o seu time e transformar o relatório em decisão de prioridade.
Cada setor tem uma bateria diferente. A gente monta a sua.
As perguntas que decidem uma compra de software não se parecem em nada com as que decidem a escolha de uma clínica. Já medimos visibilidade em segmentos muito diferentes, e a bateria de prompts é sempre construída do zero para o seu mercado.
Não achou o seu? O método de medição é o mesmo em qualquer setor. Fale com a gente e dizemos com honestidade se faz sentido no seu caso.
Medir não melhora nada. Melhora quem age depois de medir.
Monitoramento é diagnóstico, não tratamento. Leia as duas colunas antes de nos chamar, principalmente a da direita.
- Precisa de número sobre IA para levar à diretoria ou ao conselho
- Já investe em GEO, conteúdo ou PR e quer medir se está funcionando
- Quer uma medição independente de quem executa o trabalho
- Disputa mercado com concorrentes claros e quer saber quem ganha a conversa
- Tem quem tome decisão a partir do dado depois que ele chegar
- Espera que medir, sozinho, melhore o resultado; medir não move nada
- Quer só confirmar que está tudo bem e não pretende agir se não estiver
- Não tem ninguém para executar as ações que o relatório vai indicar
- Precisa de um número por semana; a variação nesse prazo é ruído
- Quer o relatório mais barato do mercado, sem checagem humana
Três formatos, conforme o que você precisa provar.
O tamanho da bateria, o número de concorrentes acompanhados e a frequência de coleta mudam bastante de um caso para outro. Por isso o investimento é definido depois de entender o seu mercado e o que você precisa medir.
Linha de base
Projeto único. Construção da bateria de prompts, primeira coleta completa nos seis modelos, benchmark competitivo e relatório comentado. Para quem precisa do retrato inicial antes de decidir qualquer coisa.
Acompanhamento recorrente
A bateria roda no ciclo combinado, com alertas entre os relatórios, painel com histórico acumulado e sessão de leitura periódica. É onde o monitoramento realmente entrega valor, porque o dado só serve em série.
Multimarca para agências
Vários clientes acompanhados sob o mesmo método, com relatório em formato que a agência pode apresentar como próprio. Para quem precisa provar resultado de GEO sem montar operação de medição do zero.
Comece pela linha de base
Numa conversa rápida entendemos seu mercado, quem são os concorrentes que importam e o que você precisa provar. Você sai sabendo o tamanho da bateria, o formato certo e quanto custa.
Em 2008, quando a maioria das empresas brasileiras ainda achava que "internet é moda", a gente já estava otimizando sites para o Google. De lá pra cá, foram mais de 200 projetos em nichos que vão de beleza e decoração a SaaS e serviços financeiros. Sobrevivemos ao Panda. Ao Penguin. Ao Helpful Content Update. A cada "morte do SEO" que nunca chegou.
Dezessete anos de SEO são dezessete anos discutindo medição. Aprendemos cedo que a métrica errada custa mais caro que a falta de métrica, porque ela dá confiança para decidir errado. Vimos empresa comemorar tráfego que não vendia e cortar canal que funcionava, sempre por olhar o número errado com convicção.
Em 2024, quando o tráfego começou a migrar para respostas de IA, o problema voltou em versão nova: ninguém sabia medir. As primeiras ferramentas apareceram trocando prompt entre um relatório e outro, misturando modelos e vendendo painel bonito sem série histórica confiável.
Nosso monitoramento nasceu do outro lado: bateria fixa, repetição controlada, checagem humana e dado bruto entregue ao cliente. Menos vistoso, muito mais difícil de contestar numa reunião de diretoria.
Não vendemos painel. Vendemos um número que você consegue defender.
📍 Brig Faria Lima, Jardim Paulistano, 1811, Sala 1119














Coletar resposta é fácil. Difícil é medir direito.
Sete razões pelas quais o nosso relatório é mais chato de montar e muito mais difícil de contestar.
Não medimos só se você aparece. Medimos por quê
Painel que mostra "sua marca foi citada 128 vezes" é interessante por dez minutos e inútil depois, porque não diz o que fazer a respeito. Nosso relatório rastreia quais fontes sustentaram cada citação, sua e dos concorrentes. É a diferença entre saber que você perdeu espaço e saber que perdeu porque um comparativo do concorrente virou a referência da categoria.
Bateria congelada depois de aprovada
Trocar o prompt entre um relatório e outro faz qualquer número parecer melhor, e é assim que muito painel bonito é montado. Nossa bateria é fixa, e quando algo precisa mudar, a mudança fica registrada e o histórico antigo é preservado.
Gente conferindo o que a máquina classifica
Classificador automático erra bastante em português, principalmente em ironia, ressalva e negação. Toda classificação de baixa confiança passa por leitura humana antes de virar número no seu relatório.
Repetição para separar ruído de sinal
A mesma pergunta gera respostas diferentes a cada execução. Por isso rodamos várias vezes cada prompt, em sessões sem histórico, e reportamos a frequência, não o resultado de uma consulta isolada.
Os dados são seus e saem daqui
Respostas coletadas, prompts, datas e classificações ficam disponíveis em formato aberto. Sem plataforma que aprisiona histórico: se um dia você trocar de fornecedor, leva a série inteira junto.
Relatório com leitura, não só gráfico
Painel sem interpretação vira anexo que ninguém abre. Todo ciclo termina com a leitura do que mudou e do que isso sugere fazer, numa conversa com quem vai decidir.
Medição em português, com fontes daqui
Os modelos citam fontes diferentes quando a pergunta é em português. Medimos no idioma e no ecossistema em que seu cliente pergunta, incluindo veículos e plataformas que ferramenta gringa nem enxerga.
André HP
17+ anos em SEO técnico, análise de dados de busca e definição de métricas. Passou a carreira discutindo o que medir e como não se enganar com número bonito. Construiu a metodologia de medição de visibilidade em IA que a Geostack usa em todos os clientes e conduz pessoalmente a montagem das baterias de prompts.
"Painel bonito com prompt trocado a cada mês é ficção com gráfico. Medição séria é chata: mesma pergunta, mesma hora, mesmo método, mês após mês, até o número virar algo que ninguém consegue contestar."
Tudo que você precisa saber sobre medir em IA
Ferramenta coleta; nós entregamos medição. Usamos automação para rodar a bateria em volume, mas o valor está no que vem antes e depois: desenhar as perguntas certas para o seu mercado, controlar a variação com repetição, conferir manualmente as classificações duvidosas, rastrear as fontes por trás de cada citação e interpretar o resultado com você. Ferramenta te dá um painel. Se ele mostrar queda, você continua sem saber por quê.
Monitoramento mede e reporta; reputação age para corrigir. Aqui a entrega termina no relatório e na leitura conjunta, e quem executa depois é você ou quem você quiser. No serviço de reputação, a gente rastreia a origem do problema e atua nas fontes para mudar a resposta. Muita empresa começa pelo monitoramento e migra quando descobre o tamanho do problema, mas os dois funcionam separados.
Justamente por isso rodamos cada pergunta várias vezes, em sessões sem histórico, e reportamos frequência em vez de resultado isolado. Se sua marca aparece em sete de dez execuções, isso é um dado; se aparecer em uma consulta feita às pressas numa terça-feira, isso é anedota. A variação existe e não some, mas com repetição ela vira margem conhecida em vez de armadilha.
Distorce, e é um ponto que quase nenhuma ferramenta admite. Histórico de conversa, memória e localização mudam a resposta. Por isso coletamos em sessões limpas, sem histórico e sem conta logada sempre que o modelo permite, para chegar o mais perto possível de um usuário novo. O número resultante representa o comprador que não te conhece, que é exatamente o que interessa medir.
Depende da amplitude do seu mercado. Uma categoria estreita se resolve com poucas dezenas de perguntas bem escolhidas; um portfólio grande, com várias linhas de produto e públicos diferentes, pede bem mais. O número sai da sessão de definição, e a nossa recomendação é sempre priorizar perguntas próximas da decisão em vez de inflar a bateria com dúvida genérica.
O padrão é acompanhar os principais concorrentes diretos que você indicar, com o mesmo método e no mesmo período. Dá para ampliar, mas raramente compensa: acima de um punhado de marcas, o relatório perde foco e a discussão vira contemplação de gráfico em vez de decisão.
ChatGPT, Gemini, Perplexity, Claude, Copilot e os AI Overviews do Google. Todos os indicadores vêm abertos por modelo, porque a ação necessária muda conforme quem ignora você. É comum uma marca ir bem no Perplexity e mal no Gemini, e um número médio esconderia isso.
Combinamos as duas coisas: automação para coleta em volume e camada própria de classificação, rastreamento de fontes e consolidação. O que importa para você é que o método é o mesmo todo mês e que os dados brutos ficam disponíveis, independentemente de qual ferramenta esteja por trás.
Não. Medir não move ponteiro nenhum, e seria desonesto sugerir o contrário. O que a medição faz é dizer onde vale investir, mostrar se o que já está sendo feito funciona e dar linha de base para provar evolução. Se ninguém for agir a partir do relatório, o dinheiro fica melhor aplicado em execução.
Parcialmente, e com honestidade sobre o limite. Dá para cruzar a evolução das citações com tráfego direto, buscas por marca e leads que mencionaram ter conhecido a empresa por IA, o que costuma exigir um campo novo no seu formulário. Atribuição direta e fechada não existe nesse canal hoje, e quem afirma o contrário está extrapolando.
São. Respostas coletadas, prompts, datas e classificações são entregues em formato aberto, e o histórico acumulado é seu. Se um dia trocar de fornecedor, leva a série inteira. Aprisionar dado de cliente em plataforma proprietária é prática comum no mercado e não é a nossa.
Serve, e existe um formato específico para isso. A agência acompanha as marcas sob o mesmo método e apresenta o resultado como parte do próprio trabalho. Costuma sair mais barato e mais rápido do que montar uma operação de medição interna, principalmente pela parte de checagem humana.
Contamos, e é uma distinção importante. O modelo pode citar sua marca pelo nome sem apontar para o seu site, e isso conta como visibilidade do mesmo jeito para quem lê a resposta. Registramos as duas situações separadamente, porque a ação para melhorar cada uma é diferente.
O padrão é mensal, com alertas fora do ciclo quando algum indicador se move fora do normal. Frequência semanal costuma ser desperdício: a variação nesse intervalo é quase toda ruído, e olhar demais o número leva a decidir por oscilação.
Não. Aliás, o momento mais útil de começar é antes: assim a linha de base fica registrada antes de qualquer investimento, e depois dá para provar o que mudou. Quem já executa também contrata, geralmente para ter uma medição independente de quem faz o trabalho.
A linha de base é projeto único, sem recorrência. O acompanhamento recomendamos em ciclos de seis meses, porque série histórica curta não sustenta conclusão: com dois pontos você tem uma reta, não uma tendência. Condições exatas ficam na proposta.
Quanto do seu mercado pertence a você dentro das IAs?
Rodamos uma amostra gratuita: dez perguntas do seu mercado, nos principais modelos, com o share of voice entre você e dois concorrentes. É o suficiente para você ver se o número justifica medir a sério.
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