André HP
Especialista em SEO e Generative Engine Optimization (GEO) com mais de 17 anos de experiência em visibilidade digital. Estrategista de SEO por trás de três sites líderes de categoria em língua portuguesa segundo o Similar Web. Fundador do SEO Prime, o maior mastermind de profissionais de SEO do Brasil, criador do Zeus, o primeiro robô brasileiro a escrever notícias com IA, e autor de um estudo científico de GEO em português, uma replicação do experimento de Princeton.
Da era dos diretórios à era das respostas generativas.
Sou André HP, fundador da Geostack e especialista em SEO técnico e Generative Engine Optimization.
Há mais de 17 anos trabalho na intersecção entre conteúdo, tecnologia e visibilidade em mecanismos de busca. Comecei na era dos diretórios e link farms. Atravessei todas as grandes atualizações do Google: Panda, Penguin, Hummingbird, BERT, Helpful Content. Cada uma dessas mudanças matou estratégias inteiras. Eu me adaptei a todas.
Nesse caminho, fui o estrategista de SEO por trás de três sites que chegaram ao topo das suas categorias em língua portuguesa, segundo o Similar Web: modafeminina.biz (moda feminina, 2015, com cerca de 200 mil acessos por dia), salaovirtual.org (beleza, 2018) e suadecoracao.com (decoração, 2022). Três verticais diferentes, três eras diferentes do algoritmo, o mesmo método.
Em 2019 fundei o SEO Prime, o maior mastermind de profissionais de SEO do Brasil: uma sala onde os melhores operadores do país trocam dados reais e onde passei anos palestrando sobre os temas mais diversos da disciplina.
E muito antes de "GEO" virar sigla, eu já otimizava para modelos de linguagem. Em 2018, com a chegada do BERT, abandonei a lógica de palavra-chave e reconstruí minha metodologia em torno de profundidade tópica, intenção e amplitude semântica. É a mesma tese que sustenta o meu trabalho hoje.
Também não cheguei atrasado na IA. Em 2022, ainda na era dos modelos davinci da OpenAI e antes de o ChatGPT existir para o público, lancei o Zeus: o primeiro robô do Brasil a escrever notícias com inteligência artificial, alugado para redações, jornais e agências. Ele evoluiu muito desde então e hoje é a ferramenta com que produzimos conteúdo na Geostack.
Em 2026, levei essa prática para o terreno da ciência: publiquei uma replicação sistemática do estudo GEO de Princeton em português brasileiro, um preprint com DOI, 6.000 execuções experimentais e dataset aberto, depositado no Zenodo, SSRN, Figshare e outros repositórios acadêmicos. O que eu afirmo sobre GEO, eu testei e publiquei.
Minha formação é técnica. Programo em Python, construo pipelines com LLMs, desenvolvo ferramentas de monitoramento e opero infraestrutura web. Não sou um estrategista que delega execução: eu executo.
Seis movimentos que anteciparam o que veio depois.
Não é uma lista de cargos. É a sequência de apostas técnicas que me colocaram na frente de cada virada da busca, inclusive desta.
A escola dura da busca
Entrei no mercado quando SEO ainda era um jogo de diretórios, trocas de link e táticas que funcionavam até a próxima atualização. Vi Panda, Penguin, Hummingbird e Helpful Content passarem por cima de projetos inteiros e aprendi cedo a única lição que nunca envelheceu: o que é construído para enganar o algoritmo tem prazo de validade; o que é construído para servir o usuário, não.
Foi nessa década que consolidei a base técnica (crawl, indexação, arquitetura de informação, performance) que continua sendo o pré-requisito invisível de tudo que faço hoje. Nenhuma IA cita o que ela não consegue rastrear, entender e extrair.
E foi nela também que essa base virou resultado de mercado. Como estrategista de SEO do modafeminina.biz, levei o projeto à posição de maior site de moda feminina em língua portuguesa em 2015, segundo o Similar Web, com cerca de 200.000 acessos por dia. Volume desse tamanho não perdoa erro: ou o crawl, o cache, a arquitetura e o padrão editorial aguentam a escala, ou o site derruba a própria operação.
GEO antes do GEO: otimizar para vetores, não para palavras-chave
Em 2018, quando o BERT ainda era um paper do Google AI e faltava mais de um ano para ele entrar na busca, eu já estava reescrevendo minha metodologia em torno de uma tese que na época soava herética: otimizar para palavra-chave tinha deixado de fazer sentido.
O raciocínio era direto. A partir do momento em que o Google passou a converter texto em vetores semânticos, a correspondência exata de termos deixou de ser o que determina relevância. O buscador não compara mais strings: ele compara significados em um espaço vetorial. Repetir a keyword vinte vezes não move nada; o que move é o quanto o seu conteúdo ocupa, de forma completa e coerente, o território semântico daquele assunto.
Se o modelo lê significado, o trabalho deixa de ser densidade de termo e passa a ser três coisas: profundidade tópica, intenção do usuário e amplitude semântica.
A tese não ficou no papel. Foi ela que sustentou o salaovirtual.org, que nesse mesmo ano se tornou, segundo o Similar Web, o maior site de beleza em língua portuguesa: em vez de páginas caçando variações de palavra-chave, cobertura completa de um universo de entidades (procedimentos, produtos, técnicas, ingredientes, efeitos) com a profundidade que cada intenção pedia.
Na prática, isso era GEO antes do GEO existir. Os mesmos princípios que fazem um conteúdo ser bem compreendido por um encoder semântico são os que fazem esse conteúdo ser recuperado, extraído e citado por um LLM hoje: contexto suficiente para responder sem ambiguidade, entidades bem definidas, cobertura das perguntas adjacentes e estrutura que permite extrair um trecho autocontido.
Quando o ChatGPT chegou, eu não precisei mudar de tese, só de superfície.
SEO Prime, o maior mastermind de SEO do Brasil
Fundei o SEO Prime porque faltava no Brasil um ambiente onde profissionais sênior pudessem falar sem palco: sem case maquiado, sem métrica de vaidade, sem conteúdo genérico de conferência. Um mastermind resolve isso: reúne quem já sabe o que está fazendo e transforma a experiência de cada um em repertório coletivo.
O SEO Prime se tornou o maior mastermind de profissionais de SEO do país, e nele palestrei sobre praticamente todo o espectro da disciplina: SEO técnico e crawl budget, semântica e entidades, dados estruturados, automação com Python, SEO programático, arquitetura de informação, conteúdo em escala e leitura de atualizações de algoritmo.
Ensinar em público exige um rigor que trabalhar sozinho não exige. Cada tese que eu levava para aquela sala voltava testada, contestada ou validada por dezenas de operadores com dados próprios. Boa parte da metodologia que uso hoje na Geostack foi lapidada nesse atrito.
Zeus, o primeiro robô do Brasil a escrever notícias com IA
Eu já operava IA generativa em produção antes de a OpenAI lançar o ChatGPT. Na época dos modelos davinci, quando o acesso era só por API, playground e chave de desenvolvedor, sem interface de chat e sem mercado formado, eu estava testando geração de texto em escala para resolver um problema editorial concreto: produzir notícia com padrão de redação, velocidade de máquina e supervisão humana.
Desse trabalho nasceu o Zeus, em 2022: o primeiro robô brasileiro a escrever notícias com inteligência artificial. Ele passou a ser alugado para redações, jornais e agências, que o usavam para dar conta de pautas de alto volume enquanto os times humanos se concentravam em apuração, análise e pauta própria.
Quando o mercado descobriu IA generativa, em novembro de 2022, com o lançamento do ChatGPT, o Zeus já estava rodando dentro de redações brasileiras.
Foi também em 2022 que o suadecoracao.com chegou ao topo da sua vertical: segundo o Similar Web, o maior site de decoração em língua portuguesa. A receita foi a mesma dos dois anteriores, agora com produção assistida por IA: base técnica sólida, cobertura semântica ampla do assunto e conteúdo em escala sem abrir mão de padrão editorial.
O Zeus nunca parou de evoluir. Trocou de modelos, ganhou camadas de pesquisa, verificação e estruturação semântica, e hoje é o motor de produção de conteúdo da Geostack. Ele já escreve considerando como um modelo de linguagem lê, extrai e cita um texto, e não apenas como um leitor humano percorre a página.
Geostack e a virada generativa
Com os LLMs assumindo o papel de primeira consulta, a tese de 2018 deixou de ser vantagem competitiva e virou requisito de existência. A Geostack nasceu para operar isso com método próprio, ferramentas próprias e métricas próprias, e não com SEO reembalado.
O método vira ciência: a replicação de Princeton em português
Depois de dois anos operando GEO com método próprio, faltava um passo que o mercado brasileiro inteiro devia: prova experimental. O estudo fundador de GEO (Aggarwal et al., KDD 2024, de Princeton) demonstrou em inglês que técnicas de otimização elevam a visibilidade de uma página nas respostas de IA em até 40%, mas faltava evidência de como aquilo se comportava em português.
Então eu testei. Construí um banco de 200 consultas reais em finanças, saúde e turismo, simulei um motor generativo de duas etapas e apliquei os nove métodos do estudo original, num total de 6.000 execuções. O resultado é uma replicação sistemática do experimento GEO de Princeton em português brasileiro, publicada como preprint com DOI no Zenodo e depositada no SSRN, Figshare, Internet Archive e outros repositórios, com dataset aberto sob CC BY 4.0.
Os achados replicam o padrão de Princeton: estatísticas (+34,2%), citações diretas (+26,0%) e fontes (+22,3%) elevam a citação pela IA, enquanto keyword stuffing derruba a visibilidade em 25,2% — tudo com p < 0,01.
É a diferença entre dizer "confia em mim" e dizer "confere os dados". O estudo completo, os formatos de citação e todos os repositórios estão publicados aqui.
Três vezes o maior site da categoria em língua portuguesa
Em três verticais diferentes e em três eras diferentes do algoritmo, fui o estrategista de SEO por trás do site líder do segmento em língua portuguesa, segundo o Similar Web.
Maior site de moda feminina
modafeminina.bizLiderança da vertical de moda feminina em língua portuguesa numa das categorias mais disputadas do conteúdo brasileiro. Escala editorial, arquitetura de informação e SEO técnico sustentando tráfego de portal.
≈ 200.000 acessos por diaMaior site de beleza
salaovirtual.orgO ano em que reconstruí o método em torno de vetores semânticos foi o mesmo em que o projeto chegou ao topo da categoria: cobertura completa de entidades em vez de páginas por palavra-chave.
Líder em beleza · Similar WebMaior site de decoração
suadecoracao.comTerceira liderança de categoria, já com produção de conteúdo assistida por IA em produção. Mesma base técnica e semântica, agora com velocidade de máquina e supervisão humana.
Líder em decoração · Similar Web"Eu não migrei do SEO para o GEO. Eu venho fazendo a mesma coisa desde 2018. Foi a busca que mudou de formato."
Fundamentos de busca, aplicados onde a busca está indo.
GEO (Generative Engine Optimization)
- Pesquisa empírica: autor de uma replicação do estudo GEO de Princeton em português (N = 6.000 execuções, DOI no Zenodo, dataset aberto).
- Auditoria de presença em IA: ChatGPT, Gemini, Perplexity, Claude, Copilot e AI Overviews.
- Prompt research: mapeamento das queries que usuários fazem às IAs em categorias específicas.
- Otimização de conteúdo para citação e extração por LLMs.
- Entity seeding: distribuição estratégica de entidades em fontes que alimentam modelos de linguagem.
- Schema markup avançado: Organization, Product, FAQ, HowTo, Person, Service.
- Monitoramento de citation rate, share of voice e sentimento em respostas de IA.
SEO (17+ anos)
- SEO técnico: crawlability, indexação, Core Web Vitals, arquitetura de informação.
- SEO semântico: modelagem tópica, cobertura de intenção, entidades e relações (pós-BERT, desde 2018).
- SEO on-page: estrutura semântica, topic clusters, internal linking, otimização de entidades.
- SEO off-page: link building estratégico, digital PR, construção de autoridade de domínio.
- SEO programático: geração automatizada de páginas em escala, templates dinâmicos, automação de conteúdo.
- SEO para grandes portais: operação de sites líderes de categoria em língua portuguesa, com tráfego na casa das centenas de milhares de acessos por dia.
Desenvolvimento & Automação
- Python: scripts de automação, bots, scrapers, ferramentas de análise.
- Web development: HTML/CSS/JS, WordPress, Cloudways, infraestrutura de servidor.
- Dados estruturados: JSON-LD, Wikidata, knowledge graph optimization.
- Automação de publicação e distribuição de conteúdo em escala.
Engenharia de IA
- APIs de LLM: integração com OpenAI, Anthropic, Gemini e modelos open source; function calling, structured outputs, controle de custo e latência.
- RAG (retrieval-augmented generation): embeddings, bancos vetoriais e pipelines de recuperação para respostas ancoradas em base proprietária.
- Agentes e automação: fluxos multi-etapa com uso de ferramentas, MCP e orquestração de tarefas que antes exigiam operação manual.
- Prompt engineering: design sistemático de instruções, few-shot, decomposição de raciocínio e versionamento de prompts em produção.
- Avaliação de modelos: datasets de teste, métricas de qualidade e checagem de regressão para medir a saída de IA em vez de confiar em impressão.
- Simulação de motores generativos: pipeline de duas etapas (recuperação + síntese com citações) usado no estudo de replicação de Princeton, com 6.000 execuções controladas.
- Aplicações de IA para GEO e SEO: ferramentas próprias para monitorar citações em modelos, classificar SERPs, agrupar intenções e auditar conteúdo em escala, a mesma base sobre a qual o Zeus roda.
Marketing & Marca
- Branding: posicionamento, proposta de valor, arquitetura de marca e consistência de mensagem entre canais.
- Visibilidade digital: estratégia de presença em canais próprios, ganhos e pagos, com foco em ampliar o rastro de menções que os modelos de linguagem consomem.
- Social media: estratégia de conteúdo, adaptação de formato por plataforma e distribuição em escala.
- Content marketing: planejamento editorial, funil de conteúdo e topic clusters alinhados simultaneamente a busca tradicional e a respostas de IA.
- Digital PR e reputação: construção de autoridade de marca em veículos e comunidades de referência do setor.
- Mensuração: GA4, Search Console, dashboards de performance e leitura de dados para decisão.
O que roda no dia a dia
Ferramenta é meio, não método. Nenhuma delas resolve estratégia sozinha, mas todas encurtam o caminho entre hipótese e dado.
Nunca precisei manipular sinais para construir visibilidade.
Dezessete anos de operação e dezenas de atualizações de algoritmo atravessadas, sem nunca depender de uma estratégia que precisasse passar despercebida pelo buscador.
Sempre trabalhei dentro das boas práticas de SEO White Hat, e não por prudência jurídica ou medo de penalização: por leitura de mercado. Manipulação de sinais compra posição emprestada. Funciona até o dia exato em que o buscador aprende a detectar o padrão, e aí o custo de reconstrução costuma ser maior do que todo o ganho acumulado. Vi isso acontecer com projetos inteiros a cada nova atualização.
Os três sites que levei à liderança de categoria em língua portuguesa chegaram lá sem nenhuma tática que precisasse ser escondida, e continuaram lá atravessando atualizações. É a prova prática de que o caminho longo é também o mais barato.
Minha aposta sempre foi na direção oposta: construir marca e engajamento reais. Marca é o único ativo que nenhum algoritmo penaliza. Demanda por nome, menções espontâneas, retenção, retorno, conteúdo que as pessoas realmente terminam de ler. Esses sinais não são "otimizáveis" por atalho porque não são artificiais: são consequência de alguém ter feito algo que valia a pena.
E o que era postura ética virou vantagem técnica. Modelos de linguagem não têm um PageRank para ser explorado. Eles são treinados e alimentados por consenso: menções consistentes ao longo do tempo, entidades bem definidas e reputação distribuída em fontes que os modelos leem. Meu próprio estudo mediu isso: keyword stuffing, a tática black hat clássica, derrubou a visibilidade em 25,2% nas respostas de IA. Não existe black hat escalável para IA generativa. Existe marca, ou não existe citação.
White Hat por convicção
Nenhuma tática que eu não possa explicar, na mesma frase, para o cliente e para o buscador. Se a estratégia depende de não ser descoberta, ela já é um passivo no balanço que ainda não foi contabilizado.
Marca antes de métrica
Busca é consequência de reputação, não substituto dela. Antes de perseguir posição, eu pergunto por que alguém escolheria essa marca. É essa resposta, e não o volume de links, que sustenta resultado no longo prazo.
Engajamento como sinal honesto
Conteúdo que retém, responde de verdade e é compartilhado por vontade própria gera os únicos sinais que nenhuma atualização desconta. É mais difícil de produzir e infinitamente mais barato de manter.
O teste da próxima atualização
Antes de recomendar qualquer coisa, faço uma pergunta: isso sobrevive à próxima atualização de algoritmo, ou à próxima geração de modelo? Se a resposta for "talvez", não entra no plano.
Criei a Geostack porque vi uma lacuna que o mercado brasileiro ainda não enxergou.
Nos últimos dois anos, a forma como pessoas encontram produtos, serviços e informações mudou. ChatGPT, Gemini, Perplexity e outros modelos de IA passaram a ser a primeira consulta, antes do Google e antes de qualquer busca tradicional. E essas IAs não funcionam como o Google. Elas não mostram dez links azuis. Elas recomendam. Citam. Comparam. Eliminam.
Se sua marca não aparece nessas respostas, ela não existe para uma parcela crescente do mercado.
A Geostack nasceu para resolver esse problema. Somos a primeira agência brasileira focada exclusivamente em Generative Engine Optimization, a disciplina de tornar marcas visíveis, citáveis e recomendáveis dentro de IAs.
Não vendemos SEO requentado com outro nome. GEO é uma disciplina com métodos, métricas e ferramentas próprias. E eu passei os últimos 2 anos desenvolvendo a metodologia, as ferramentas de monitoramento e o framework de execução que usamos hoje, tudo sobre uma base semântica que venho construindo desde 2018, sobre a experiência de ter levado três sites à liderança de suas categorias em língua portuguesa, sobre o Zeus, que saiu de robô de notícias para motor de conteúdo desenhado para ser citado por IA, e sobre evidência experimental publicada: os métodos que aplicamos nos clientes são os mesmos que validei em laboratório, com estatística e dados abertos.
Minha tese é simples: a citação é o novo clique.
Por 25 anos, o jogo de visibilidade digital foi sobre ranking. Aparecer na posição 1 do Google. Ganhar o clique. Levar o usuário ao seu site. Esse modelo não vai desaparecer amanhã, mas está sendo corroído todos os dias.
Quando alguém pergunta ao ChatGPT "qual o melhor CRM para pequenas empresas?" e a resposta vem pronta, com nomes, comparações e recomendações, não existe clique. Existe citação. E a marca que é citada captura a atenção, a confiança e a intenção de compra.
O problema é que a maioria das empresas não sabe como essas IAs decidem quem citar. Não é aleatório. Não é só popularidade. É uma combinação de autoridade de entidade, presença em fontes de referência, estrutura semântica do conteúdo e consistência de menções em múltiplas fontes.
E isso não é intuição: é dado. Na replicação do estudo de Princeton que publiquei em 2026, medi exatamente o que move a citação em português: adicionar estatísticas elevou a visibilidade em +34,2%, citações diretas em +26,0% e fontes em +22,3%, enquanto o velho keyword stuffing derrubou a visibilidade em 25,2%. E o "efeito equalizador" se confirmou: páginas mal ranqueadas no Google ganham proporcionalmente mais citação com GEO do que as primeiras posições.
Isso é GEO. E é isso que eu faço — com prova publicada.
Acredito que em 3 a 5 anos, "share of voice em IA" vai ser uma métrica tão fundamental quanto "posição no Google" é hoje. As marcas que começarem agora vão ter uma vantagem composta que será quase impossível de alcançar depois.
"A citação é o novo clique. E as marcas que se posicionarem agora terão uma vantagem composta quase impossível de alcançar depois."
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